{"id":330,"date":"2023-06-07T10:10:31","date_gmt":"2023-06-07T13:10:31","guid":{"rendered":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/?page_id=330"},"modified":"2024-07-31T07:44:07","modified_gmt":"2024-07-31T10:44:07","slug":"3a-mostra-cinema-dos-quilombos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/3a-mostra-cinema-dos-quilombos\/","title":{"rendered":"3\u00aa Mostra Cinema dos Quilombos"},"content":{"rendered":"\n<p>A 3\u00aa Mostra exibir\u00e1 do dia 15 ao dia 18 de junho produ\u00e7\u00f5es de diversos quilombos do Brasil. As sess\u00f5es ser\u00e3o no Cine Santa Tereza, em BH, \u00e0s 16h30 e 19h. Confira a programa\u00e7\u00e3o de filmes e debates.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cartaz_3mcq-a3-724x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-342\" srcset=\"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cartaz_3mcq-a3-724x1024.png 724w, https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cartaz_3mcq-a3-212x300.png 212w, https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cartaz_3mcq-a3-768x1087.png 768w, https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/cartaz_3mcq-a3.png 841w\" sizes=\"(max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>15\/06\/23<\/strong> &#8211; <strong>Quinta-feira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>16h30<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o acessibilidade <\/strong>(Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e3o exibidos tr\u00eas curtas-metragens pertencentes \u00e0 esta programa\u00e7\u00e3o, em suas vers\u00f5es com audiodescri\u00e7\u00e3o, Libras e legendas descritivas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>19 horas<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o de Abertura + conversa<\/strong> (Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Meada Cor Kalunga<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Marta Kalunga, Alcileia Torres, Ana Lu\u00edza de S\u00e1 Reis<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e3o de Almas &#8211; Cavalcante &#8211; GO \/ 2022 \/ 24&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Assim como dois troncos de ra\u00edzes fortes do Cerrado, as duas comadres, Marta Kalunga e Dirani Kalunga, preparam as meadas e o tingimento no quilombo V\u00e3o de Almas de Goi\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nicolinas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Thathiele Monic Estev\u00e3o e Uriel Silva&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mariana &#8211; MG \/ 2022 \/ 27&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: No interior de Minas Gerais, mulheres do Quilombo Vila Santa Efig\u00eania contam como a dan\u00e7a mudou suas vidas ap\u00f3s fundarem juntas o Grupo de Dan\u00e7a Quilombola Nicolinas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Av\u00f3s do Brasil&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Oz Ferreira<\/p>\n\n\n\n<p>Chapada dos Guimar\u00e3es &#8211; MT \/ 2021 \/ 11&#8242;<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: O curta p\u00f5e em evid\u00eancia de forma po\u00e9tica demandas de comunidades rurais do munic\u00edpio de Chapada dos Guimar\u00e3es &#8211; MT. \u00c9 a partir das mem\u00f3rias afetivas de mulheres quilombolas que a obra se constr\u00f3i. S\u00e3o mem\u00f3rias vivas de um tempo passado e presente, impressas no corpo e em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Conversa ap\u00f3s o filme com Marta Kalunga, Ana Lu\u00edza de S\u00e1 Reis, Uriel Silva e Michele Estev\u00e3o (Associa\u00e7\u00e3o Quilombola Vila Santa Efig\u00eania).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>16\/06\/23 &#8211; Sexta-feira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>16h30<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o 2 <\/strong>(Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tem quilombo na cidade &#8211; Mangueiras, Lu\u00edzes e Manzo Ngunzo Kaiango, patrim\u00f4nio de BH<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Alexia Melo e Bruno Vasconcelos.<\/p>\n\n\n\n<p>Belo Horizonte &#8211; MG \/ 2018 \/ 60&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinpose: Filme integrante do dossi\u00ea de registro dos Quilombos Lu\u00edzes, Mangueiras e Manzo N&#8217;gunzo Kaiango como Patrim\u00f4nio Cultural de Natureza Imaterial de Belo Horizonte &#8211; MG.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1<\/strong>9h &#8211; <strong>Sess\u00e3o 3 + conversa <\/strong>(Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raiz Farinha Beiju<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o Patr\u00edcia Pinheiro<\/p>\n\n\n\n<p>Conde &#8211; PB \/ 2021 \/ 10&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: O filme aborda, percorrendo os tortuosos e pouco lineares caminhos da mem\u00f3ria, como o espa\u00e7o da \u00fanica casa de farinha ainda em funcionamento na comunidade quilombola de Mitua\u00e7u, no litoral sul da Para\u00edba, \u00e9 ou foi utilizado. Certas mem\u00f3rias de sofrimento s\u00e3o acionadas, relacionando uma multiplica\u00e7\u00e3o da farinha \u00e0 escassez de outros produtos, ao mesmo tempo que lembram de parentes e momentos alegres de trabalho coletivo e uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ningu\u00e9m canta igual eu canto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dira\u00e7\u00e3o: Moradores da Comunidade Quilombola de Monte Alegre \u2013 Cachoeiro do Itapemirim-ES\/Projeto Cine Quilombola\/Instituto Marlin Azul<\/p>\n\n\n\n<p>Cachoeiro do Itapemirim &#8211; ES \/ 2023 \/ 24&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinpose: Durante o dia, colher o caf\u00e9, lavar a roupa no rio, cuidar do rebanho. Durante a noite, tirar os sapatos, acender a fogueira e dan\u00e7ar caxambu. Filme realizado a partir de uma oficina de cinema no quilombo de Monte Alegre, em Cachoeiro de Itapemirim-ES.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Do Quilombo pra Favela &#8211; Alimento para a resist\u00eancia negra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Manoela Meyer e Roberto Almeida&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Eldorado &#8211; SP e S\u00e3o Paulo &#8211; SP \/ 2022 \/ 22&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: No Vale do Ribeira, sudeste de S\u00e3o Paulo, uma cooperativa de agricultoras e agricultores quilombolas uniu esfor\u00e7os para minimizar o impacto da pandemia da Covid-19. Por gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar, eles elaboraram um plano emergencial para distribuir em comunidades vulner\u00e1veis alimentos org\u00e2nicos produzidos em suas ro\u00e7as tradicionais, que mant\u00eam a Mata Atl\u00e2ntica em p\u00e9. Assim, quilombo e favela, que pareciam distantes, tornaram-se parceiros de lutas semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Do lado de c\u00e1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Moradores da Comunidade Quilombola de Gra\u00fana<\/p>\n\n\n\n<p>Itapemirim &#8211; ES \/ 2023 \/ 21&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Uma rodovia corta a \u00e1rea de uma comunidade ao meio. \u00c9 preciso atravessar a estrada para conhecer o outro lado. Filme realizado a partir de uma oficina de cinema no quilombo de Gra\u00fana, em Itapemirim-ES.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Conversa ap\u00f3s o filme com equipe do filme, equipe da mostra, personagens e\/ou pesquisadores.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>17\/06\/23 &#8211; S\u00e1bado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>16h30<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o Infantil &#8211;&nbsp; \u201cMuita terra pra gente brincar\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria Felipa (a hero\u00edna da p\u00e1tria)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Fernanda Santana e Marta Silva&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cruz das Almas &#8211; BA \/ 2022 \/ 4&#8242; \/ Anima\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Maria Felipa \u00e9 uma menina negra que ama ler. Em uma de suas idas \u00e0 biblioteca, ela encontra um livro que provoca sua curiosidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Olhos de er\u00ea<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Luan Manzo<\/p>\n\n\n\n<p>Belo Horizonte &#8211; MG \/ 2020 \/ 11&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinpose: Luan Manzo tem seis anos e \u00e9 bisneto da matriarca Mametu Muiande do Quilombo Manzo N\u2019gunzo Kaiango, um dos quilombos reconhecidos pela cidade de Belo Horizonte. Fundado em 1970 por um preto velho, pai Benedito, Manzo \u00e9 pal\u00e1cio de rei, governado por uma rainha. Ali germinam sementes e crian\u00e7as, num processo educativo &#8211; a afrobetiza\u00e7\u00e3o &#8211; que afirma a organiza\u00e7\u00e3o, o coletivo, a ancestralidade e a circularidade do povo negro. As crian\u00e7as no quilombo crescem sabendo-se respeitadas, e por isso Luan percorre aqui o espa\u00e7o sagrado, descrevendo-o a n\u00f3s com seguran\u00e7a, conhecimento, rigor e frescor infantil. \u00c9 ele quem, com um celular em m\u00e3os, prop\u00f5e este filme<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vamos em batalha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Moradores das Comunidades Quilombolas de Cacimbinha e Boa Esperan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p>Presidente Kennedy &#8211; ES \/ 2023 \/ 21&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: No meio da ventania, um grupo de crian\u00e7as inventa a hist\u00f3ria de um lugar. Filme realizado a partir de uma oficina de cinema nos quilombos de Cacimbinha e Boa Esperan\u00e7a, em Presidente Kennedy-ES.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>19h &#8211; Sess\u00e3o 5 + Conversa <\/strong>(Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Essa terra \u00e9 meu quilombo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Rayane Penha&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Macap\u00e1 &#8211; AP \/ 2022 \/ 13&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Gera\u00e7\u00f5es de mulheres negras moradoras de tr\u00eas quilombos urbanos no Amap\u00e1 compartilham suas viv\u00eancias e suas rela\u00e7\u00f5es de sabedoria ancestral com suas terras, a partir da colheita com a agricultura, da cura que vem das plantas, da preserva\u00e7\u00e3o de suas culturas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>C\u00c9U<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Valtyennya Pires<\/p>\n\n\n\n<p>Santa Luzia &#8211; PB \/ 2022 \/ 15&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Entre imagens, sil\u00eancios e depoimentos, o document\u00e1rio retrata a import\u00e2ncia e o legado da louceira Maria do C\u00e9u, v\u00edtima de feminic\u00eddio em 2013, para a continuidade da cultura centen\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o de lou\u00e7as na Comunidade Quilombola Serra do Talhado Urbano em Santa Luzia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Terra de encantados: pessoas e encantados na defesa do territ\u00f3rio quilombola Santa Rosa dos Pretos\/MA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Dayanne Santos e Anacleta Pires<\/p>\n\n\n\n<p>Itapecuru-Mirim &#8211; MA \/ 2020 \/ 12&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinpose: \u201cEles est\u00e3o se afastando!\u201d Nesta pesquisa, destacamos que \u00e9 o culto aos encantados que confere forma tanto aos problemas ambientais quanto aos problemas da titula\u00e7\u00e3o das comunidades quilombolas. A partir, do acompanhamento da luta pela titula\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio quilombola Santa Rosa dos Pretos, localizado no munic\u00edpio de Itapecuru-Mirim no estado do Maranh\u00e3o, da observa\u00e7\u00e3o direta (in loco), de entrevistas semiestruturadas com pessoas e com os encantados da Tenda Nossa Senhora dos Navegantes (Tambor de Mina ), de anota\u00e7\u00f5es no caderno de campo, da etnografia de festas, festejos, audi\u00eancias, semin\u00e1rios e ocupa\u00e7\u00f5es e da mem\u00f3ria social do grupo, discutimos a rela\u00e7\u00e3o entre territ\u00f3rio, encantados e luta na rela\u00e7\u00e3o homem\/natureza como forma de coprote\u00e7\u00e3o e como princ\u00edpio filos\u00f3fico das pr\u00e1ticas existenciais do quilombo. Por esse princ\u00edpio, quando o homem deixar de proteger o territ\u00f3rio, ele n\u00e3o conseguir\u00e1 ter prote\u00e7\u00e3o c\u00f3smica para o seu pr\u00f3prio corpo. Entendendo os encantados como os verdadeiros \u201cdonos\u201d da terra, abrimos um leque de possibilidades para perceber o mundo e as rela\u00e7\u00f5es sociais atrav\u00e9s de outras cosmovis\u00f5es\/perspectivas que nos ajudam na compreens\u00e3o de sentidos outros para a manuten\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio negro.<\/p>\n\n\n\n<p>* Conversa ap\u00f3s o filme com equipe do filme, equipe da mostra, personagens e\/ou pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>18\/06\/23 &#8211; S\u00e1bado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>16h30<\/strong> &#8211; <strong>Sess\u00e3o 6 + conversa<\/strong> (Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eles sempre falam por n\u00f3s<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Carina Aparecida<\/p>\n\n\n\n<p>Belo Horizonte-MG \/ 2018 \/ 60&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Filme com as matriarcas do Quilombo dos Luizes<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: Um quilombo cercado por concretos e edif\u00edcios. O que antes era rio, hoje \u00e9 avenida que corre acelerada invadindo um territ\u00f3rio ancestral. Nascidas desta terra, Julia, Maria Luiza, Maria Luzia e Sara t\u00eam as vidas e os corpos atravessados pelo Quilombo dos Lu\u00edzes, localizado no bairro Graja\u00fa, em Belo Horizonte. S\u00e3o mulheres que narram suas mem\u00f3rias e sonhos, em resist\u00eancia \u00e0 hist\u00f3ria oficialmente contada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Conversa ap\u00f3s o filme com equipe do filme, equipe da mostra, personagens e\/ou pesquisadores.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>19h &#8211; Sess\u00e3o de Encerramento + conversa <\/strong>(Classifica\u00e7\u00e3o: livre)<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vidas do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Marcelo Lin&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contagem-MG \/ Brasil \/ 2022 \/ 16&#8242; \/ Fic\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: A adolescente Dandara, al\u00e9m de enfrentar o racismo estrutural na escola, tem refletido acerca do progresso, palavra que em todo e qualquer dicion\u00e1rio significa \u201cevolu\u00e7\u00e3o, avan\u00e7o, melhorias\u201d. Para ela, no entanto, o progresso tem engolido a hist\u00f3ria da Comunidade dos Arturos, assim como tentado enterrar os desejos de quem ali residem. Em meio a esses pensamentos, a jovem encontra um ancestral, que remonta a hist\u00f3ria de Arthur Camilo, fundador da Comunidade dos Arturos, e a ajuda a olhar para o futuro com um olhar de resist\u00eancia e luta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Enterrem meu umbigo no Quilombo Periperi<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Carolina de C\u00e1ssia<\/p>\n\n\n\n<p>Amarante &#8211; PI \/ 2022 \/ 36&#8242; \/ Document\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Sinopse: O Quilombo de Periperi est\u00e1 localizado no munic\u00edpio de Amarante, no Piau\u00ed.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O document\u00e1rio revela a origem da comunidade, sua cultura nas rodas de S\u00e3o Benedito e no Pagode, iluminada por uma hist\u00f3ria de vida e trabalho com consci\u00eancia de ra\u00e7a e classe.<\/p>\n\n\n\n<p>A comunidade luta por uma pol\u00edtica de educa\u00e7\u00e3o do campo, valoriza\u00e7\u00e3o de sua identidade negra-ind\u00edgena e demarca\u00e7\u00e3o de seu territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p><em>* Conversa ap\u00f3s o filme com equipe do filme, equipe da mostra, personagens e\/ou pesquisadores.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 3\u00aa Mostra exibir\u00e1 do dia 15 ao dia 18 de junho produ\u00e7\u00f5es de diversos quilombos do Brasil. 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