{"id":405,"date":"2024-07-19T13:42:48","date_gmt":"2024-07-19T16:42:48","guid":{"rendered":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/?page_id=405"},"modified":"2024-07-19T13:46:39","modified_gmt":"2024-07-19T16:46:39","slug":"levantamento-de-filmes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/levantamento-de-filmes\/","title":{"rendered":"Levantamento de filmes"},"content":{"rendered":"\n<p>Levantamento parcial de filmes realizados por quilombolas ou sobre quilombos, baseado nos filmes que j\u00e1 foram exibidos nas quatro edi\u00e7\u00f5es da Mostra Cinema dos Quilombos. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>A Viagem de Seu Arlindo<br><\/strong>Sheila Alto\u00e9 \/ 2018 \/ 16\u2019 \/ livre<br>Quilombo de Pedra Branca \/ Vargem Alta \u2013 ES<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Na comunidade Quilombola de Pedra Branca, nas montanhas capixabas, os mais velhos preservam a tradi\u00e7\u00e3o de contar hist\u00f3rias para os mais jovens como a do dia em que o Seu Arlindo decide fazer uma misteriosa viagem, deixando intrigados os moradores locais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>As Cantigas Que Nos Guia <\/strong><br>Bruno Vasconcelos e Fernanda de Oliveira \/ Document\u00e1rio \/ 62\u2019 \/ Quilombo Manzo &#8211; Belo Horizonte &#8211; MG \/ 2023 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u00c1lbum visual e document\u00e1rio produzido pelo Ponto de Cultura do Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango. Apoiado pelo Cultura Viva &#8211; Minist\u00e9rio da Cultura e do Turismo e Prefeitura deBelo Horizonte, 2023. As Cantigas que Nos Guia apresenta o Kilombu Manzo N\u2019gunzo Kaiango como fam\u00edlia descendente de Efig\u00eania Maria da Concei\u00e7\u00e3o (M\u00e3e Efig\u00eania, Mametu Muiande), matriarca e sacerdotisa da Umbanda e do Candombl\u00e9 kilombola. No Kilombu Manzo a ancestralidade \u00e9 cultuada com modos e significa\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, mantendo as tradi\u00e7\u00f5es africanas ensinadas pelo Preto Velho Pai Benedito, que \u00e9 o guia espiritual de Mametu Muiande. Cada um dos filhos e filhas, descendentes de M\u00e3e Efig\u00eania recebeu ainda na inf\u00e2ncia ou na adolesc\u00eancia, cantigas que Pai Benedito ensinou como pontos cantados e encantados que descrevem a trajet\u00f3ria e miss\u00e3o desta fam\u00edlia kilombola.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><br><strong>As Contas do Ros\u00e1rio<\/strong><br>Maycol Mundoca \/ doc \/ 22&#8242; \/ 2020 <\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Apresenta\u00e7\u00e3o da trajet\u00f3ria do grupo de Manifesta\u00e7\u00e3o Afro-Brasileira: \u201cMo\u00e7ambique Zumbi dos Palmares\u201d, que anualmente se apresenta na Congada, um cortejo popular realizado h\u00e1 s\u00e9culos por descendentes de Africanos em Solo Brasileiro. O grupo se situa em um Quilombo Urbano de onde emanam narrativas contra-hegem\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Baixa Funda: O Destino de um Povo<\/strong><br>Marcello Sannyos \/ Document\u00e1rio \/ 15\u201939\u201d \/ Comunidade Quilombola Baixa Funda &#8211; Urucuia &#8211; MG \/ 2018 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Dona Joana, descendente de negros e \u00edndios, m\u00e3e de 11 filhos, relata suas hist\u00f3rias, anseios, cren\u00e7as e o cotidiano na lida da vida rural na Comunidade Baixa Funda, em Urucuia, Minas Gerais. A hist\u00f3ria come\u00e7a a partir do relato oral que a matriarca da comunidade, Dona Joana Martiliana, com seu 1,50 metros de altura, olhar sereno, de voz rouca, de pele negra e enrugada, com dentes apenas na parte inferior da boca e de apar\u00eancia forte, com m\u00e3os calejadas da ro\u00e7a e de tra\u00e7os marcados pela simplicidade. Ela \u00e9 a personagem central e a figura mais emblem\u00e1tica da comunidade. Por ser a mais velha, esta senhora guarda a sabedoria da vida e a hist\u00f3ria de seus antecedentes. \u00c9 ela que transmite oralmente, assim como aprendeu, do seu modo simples, os fatos e causos ocorridos nos tempos passados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Blackout<\/strong><br>Adalmir Jos\u00e9 da SIlva, Felipe Peres Calheiros, Francisco Mendes, Jocicleide Valdeci de Oliveira, Jocilene Valdeci de Oliveira, Martinho Mendes, Paulo Sano, S\u00e9rgio Santos | 2016 | 12 min<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Quilombo de Concei\u00e7\u00e3o das Crioulas, Salgueiro, sert\u00e3o pernambucano, nordeste do Brasil. Um filme sobre o invis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Camburi Resiste<\/strong><br>Guilherme Rezende Landim \/ Document\u00e1rio \/ 17\u201949\u201d \/ Comunidade Quilombola do Camburi Ubatuba &#8211; SP \/ 2024 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O document\u00e1rio \u201cCamburi Resiste\u201d trata das mem\u00f3rias afetivas da Comunidade Quilombola em Ubatuba (SP). As narrativas orais e visuais dos(as) habitantes do Camburi s\u00e3o pensadas como o germinar das plantas, atravessadas por din\u00e2micas de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, riscos e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que afetam seu desenvolvimento. A vulnerabilidade e a injusti\u00e7a clim\u00e1tica, as quest\u00f5es ambientais, o patrim\u00f4nio cultural, natural e alimentar s\u00e3o alguns dos principais eixos narrativos da pesquisa nesse territ\u00f3rio resistente e em conflito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Candombe do a\u00e7ude: o passado contado pelo canto. Ep. 1: Pandemia \u2013 Isolamento ou Respiro?<br><\/strong>Danilo Candombe \/ Quilombo do A\u00e7ude \/ Jaboticatubas \u2013 MG \/ 2020 \/ 29\u2019 \/ livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">S\u00e9rie de tr\u00eas document\u00e1rios sobre o quilombo do A\u00e7ude. O primeiro epis\u00f3dio \u2013 Pandemia: isolamento ou retiro \u2013 retrata sobre como foi o ritual do Candombe nesse momento de pandemia no ano de 2020 e mostra como a nova gera\u00e7\u00e3o vivenciou e sentiu a manifesta\u00e7\u00e3o de suas tradi\u00e7\u00f5es, pela primeira vez em 20 anos sem a influ\u00eancia de visitantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Cofo do Rampa<br><\/strong>Na\u00fdra Albuquerque \/ 2019 \/ 12 \/ livre<br>Quilombo Rampa \/ Vargem Grande \u2013 MA<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O fazer do cofo de palha do Quilombo Rampa, acompanhado atentamente pelas vis\u00f5es de uma c\u00e2mera aprendiz, gerando um cinema-aprendiz.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Cumbe \u2013 mem\u00f3rias quilombola<br> <\/strong>Iorana Silva, Vivian Raqueli Silva, Nicolas Michel Silva, Jhonatan Moreira, Nicoly Silva, Ant\u00f4nio Martins Neto, Robert Rocha, Ednilson Oliveira, Tiana Cassiano, Amanda Nogueira, Cleomar Rocha \/ 2020 \/ 11\u2019 \/ livre\/ Quilombo do Cumbe \/ Aracati \u2013 CE<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Uma colcha de retalhos. Mem\u00f3rias de quem somos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Curta Os Congos<\/strong><br>Raquel Cardozo da Silva \/ Document\u00e1rio \/ 9\u201935\u201d \/ Vila de Ponta Negra &#8211; Natal &#8211; RN \/ 2021 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O Curta os Congos se inspira na sabedoria do Mestre do Congo de Cal\u00e7olas da Vila de Ponta Negra, Pedro Correia, nativo, pesquisador org\u00e2nico da comunidade e refer\u00eancia na cultura local. A VILA DE PONTA NEGRA \u00e9 a \u00e1rea mais antiga do bairro de Ponta Negra, Natal-RN, n\u00e3o se sabe ao certo quando foi fundada, mas as fam\u00edlias mais antigas do bairro recontam aproximadamente 300 anos de exist\u00eancia. Viviam num territ\u00f3rio comunal e a agricultura e a pesca eram as principais atividades econ\u00f4micas.&nbsp; O Curta os Congos apresenta a hist\u00f3ria de Mestre Pedro Correia, seus medos e sonhos. Mas n\u00e3o s\u00f3!&nbsp; Sua hist\u00f3ria transborda a individualidade e nos chama para a consci\u00eancia coletiva e fortalecimento da cultura e mem\u00f3ria local.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Dandaras: A For\u00e7a da Mulher Quilombola<\/strong><br>Ana Carolina Fernandes \/ Document\u00e1rio \/ 30&#8217;10&#8221; \/ Quilombo Carrapatos da Tabatinga &#8211; Bom Despacho-MG, Quilombo Mato do Ti\u00e7\u00e3o &#8211; Jaboticatubas &#8211; MG, Quilombo Arturos &#8211; Contagem &#8211; MG e Quilombo Chacrinha dos Pretos &#8211; Belo Vale \u2013 MG \/ 2015 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Um v\u00eddeo que tem o objetivo de apresentar as trajet\u00f3rias e o engajamento de mulheres quilombolas que atuam como lideran\u00e7as pol\u00edticas de suas comunidades e do movimento quilombola como um todo. Quais ser\u00e3o os discursos destas mulheres sobre suas trajet\u00f3rias?\u00a0 Busca-se, a partir dos pontos de vista de algumas destas lideran\u00e7as, conhecer os motivos que as levaram a ocupar estas posi\u00e7\u00f5es e aqueles que as fazem permanecer na luta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Entoado Negro<\/strong><br>Valtyennya Pires \/ Document\u00e1rio \/ 8\u201953\u201d \/ Comunidade Quilombola de Pedra D\u2019\u00e1gua &#8211; Ing\u00e1 &#8211; PB \/ 2017 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Na luta pela garantia de direitos e celebrando o dia 20 de Novembro, Dia da Consci\u00eancia Negra, a Comunidade Quilombola de Pedra D\u2019\u00c1gua, localizada no munic\u00edpio de Ing\u00e1, na Para\u00edba, realiza uma festa singular: da sua prepara\u00e7\u00e3o at\u00e9 o seu acontecimento, toda a comunidade participa e comemora sua cultura Africana, que se faz presente nas dan\u00e7as, na capoeira, nas comidas e na pele dos remanescentes quilombolas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Era Caminho Deles<\/strong><br>Comunidade Quilombola de Pedra Branca \/ Document\u00e1rio \/ 19\u201926\u201d \/ Comunidade Quilombola de Pedra Branca &#8211; Vargem Alta &#8211; ES \/ 2023 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">No ano de 2022, a equipe do Cine Quilombola convidou quatro comunidades quilombolas capixabas a realizar, a partir de oficinas ofertadas, um experimento de cinema de grupo por meio do qual poderiam observar, contar e registrar em imagens e sons cenas do cotidiano. Em cada territ\u00f3rio, moradores de diferentes idades assumiram o desafio e, ao longo de tr\u00eas dias, com c\u00e2meras profissionais e celular, identificaram narrativas ligadas aos saberes tradicionais, personalidades, hist\u00f3rias, paisagens, mem\u00f3rias pessoais e coletivas. Cada grupo construiu seu filme-carta para dialogar com outras comunidades por meio de correspond\u00eancias audiovisuais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Eu sou Raiz<\/strong><br>C\u00edntia Lima e L\u00edlian de Alc\u00e2ntara \/ Document\u00e1rio \/ 7&#8217;10\u201d \/ Quilombo da Mata S\u00e3o Jos\u00e9 &#8211; Oroc\u00f3 &#8211; PE \/ 2021 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Mestra Mariinha \u00e9 l\u00edder quilombola, e h\u00e1 mais de 40 anos luta \u00e0 beira do rio S\u00e3o Francisco para preservar a cultura e a natureza de seu territ\u00f3rio. Ela se dedica aos saberes das ervas medicinais, \u00e9 benzedeira e Mestra do Reisado do Quilombo da Mata de S\u00e3o Jos\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>F\u00e9lix, o her\u00f3i da Barra<\/strong><br>Edson Foga\u00e7a \/ Document\u00e1rio \/ 73\u2019 \/ Comunidade Quilombola Barra de Aroeira &#8211; Santa Tereza &#8211; TO \/ 2015 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">F\u00e9lix Jos\u00e9 Rodrigues \u00e9 um personagem presente na mem\u00f3ria coletiva da comunidade quilombola de Barra de Aroeira, Santa Tereza, Tocantins. F\u00e9lix, um homem que foi escravizado, teria lutado na guerra do Paraguai e recebido das m\u00e3os do imperador D. Pedro II uma grande extens\u00e3o de terras no antigo norte de Goi\u00e1s, por sua atua\u00e7\u00e3o no conflito. A perda do documento original, ap\u00f3s a sua morte, leva seus descendentes a uma saga que j\u00e1 dura mais de 50 anos, na qual, um dos objetivos, \u00e9 comprovar a hist\u00f3ria e recuperar o territ\u00f3rio original, hoje ocupado por in\u00fameras fazendas e por duas cidades.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Gramame, um Rio de Hist\u00f3rias<\/strong><br>Patr\u00edcia Pinheiro e Estudantes do EJA da Escola Ov\u00eddio Tavares Morais Document\u00e1rio \/ 21&#8217;23&#8221; \/ Quilombo Mitua\u00e7u &#8211; Conde &#8211; PB \/ 2018 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Document\u00e1rio feito durante o projeto de extens\u00e3o Hist\u00f3rias de Quilombo (UFPB), que desenvolveu oficinas de audiovisual com os estudantes de EJA da Escola Ov\u00eddio Tavares de Morais, em Mitua\u00e7u, Conde, PB.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Neste filme, os ribeirinhos e quilombolas do Mitua\u00e7u, revelam um pouco do seu olhar sens\u00edvel sobre o espa\u00e7o onde habitam e sua profunda rela\u00e7\u00e3o com a natureza, compartilhando um pouco das suas mem\u00f3rias e hist\u00f3rias e um pouco dos seus conhecimentos sobre as fases da lua, o fluxo do rio, as \u00e9pocas da pesca e da agricultura. A narrativa caminha evidenciando a luta pela preserva\u00e7\u00e3o do rio Gramame, crucial para a vida dessa comunidade e que hoje se encontra polu\u00eddo por ind\u00fastrias, pelo agroneg\u00f3cio e avan\u00e7os urbanos no entorno da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Guerreiras Quilombolas do Castainho: Nossa Ancestralidade nos Guia<\/strong><br>Alda F\u00e9lix,\u00a0 \u00c2ngela Pereira e Thaiara Lago \/ Document\u00e1rio \/ 15\u201931\u201d \/ Quilombo Castainho &#8211; Garanhuns &#8211; PE \/ 2022 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Ao longo da hist\u00f3ria, a mem\u00f3ria de resist\u00eancia das mulheres quilombolas foi transmitida de maneira oral, atravessando gera\u00e7\u00f5es. Com a b\u00ean\u00e7\u00e3o da ancestralidade que sempre ensinou as que vieram depois, essas mulheres foram e s\u00e3o at\u00e9 hoje como um rio que acolhe e flui, recriando pessoas e oportunidades em suas comunidades. Convivendo no e com seu territ\u00f3rio campesino no agreste setentrional Pernambucano, na cidade de Garanhuns, est\u00e1 o Grupo Guerreiras Quilombolas do Castainho, que desde 2015 constr\u00f3i a luta das mulheres em busca de autonomia e reafirma\u00e7\u00e3o da identidade negra quilombola.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Jac\u00e1 do Quilombo<br><\/strong>Raimundo Jos\u00e9 e Aparecida Leite \/ 2020 \/ 11\u2019 \/ livre<br>Quilombo Rampa \/ Vargem Grande \u2013 MA<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O quilombola Modesto Santos de 56 anos mostrando como se faz o jac\u00e1, uma pratica ancestral que passa de gera\u00e7\u00e3o pra gera\u00e7\u00e3o no quilombo Rampa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Lealdade<br><\/strong>Dire\u00e7\u00e3o: Ana Stela Cunha e Milla Negrah Avelar \/ Quilombo do Dam\u00e1sio \/ Guimar\u00e3es \u2013 MA \/ 2019 \/ 7\u2019 \/ livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">No Quilombo de Dam\u00e1sio \u2013 tal como em praticamente todo o Estado do Maranh\u00e3o \u2013 a brincadeira da \u201cdan\u00e7a portuguesa\u201d faz parte dos extensos festejos juninos. Mas quando nos deparamos com esta brincadeira numa \u201cterra de preto\u201d (como tem sido definido pelos seus moradores este espa\u00e7o, que extrapola a geografia) o estranhamento vem \u00e0 tona.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Marta Kalunga<\/strong><br>Marta Kalunga, Lucinete Morais e Thaynara Rezende \/ Document\u00e1rio \/ 30\u2019 \/ Comunidade V\u00e3o de Almas e Quilombo dos Kalunga &#8211; Cavalcante &#8211; GO \/ 2022 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Conduzidos pelo corpo\/territ\u00f3rio de Marta, vamos de encontro com sua hist\u00f3ria, sua busca pela valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e preserva\u00e7\u00e3o da cultura Kalunga, entremeadas por seu tear e dan\u00e7a da Sussia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Mulher Guerreira<\/strong><br>Carl\u00facia de Melo Soares \/ 2015 \/ 12\u2019 \/ livre<br>Arraias \u2013 TO<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>O filme conta a hist\u00f3ria da diretora, uma descendente quilombola que n\u00e3o desistiu diante das dificuldades, estudando, aprendendo a profiss\u00e3o de pedreira e conquistando seus sonhos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Nego Fugido: A Voz do Nosso Povo <\/strong><br>Paula Brito \/ Document\u00e1rio \/ 25 &#8217;33 &#8221; \/ Distrito de Acupe, Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o &#8211; BA \/ 2017 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Nego Fugido \u00e9 uma express\u00e3o popular de cultura realizada pelos pescadores da comunidade quilombola de Acupe, localizada na cidade de Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o-BA, que h\u00e1 mais de um s\u00e9culo narra a saga dos negros escravizados que, em batalha, subjugam o rei de Portugal e exigem do monarca&nbsp; a carta de alforria. Uma encena\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3ria que coloca os negros como protagonistas da conquista da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Nove \u00e1guas<\/strong><br>Gabriel Martins e Quilombo dos Marques | 2019 | 25&#8242;<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 1930, Marcos e seu grupo de descendentes de escravizados sa\u00edram do Vale do Jequitinhonha rumo ao Vale do Mucuri. Fugindo da seca, da fome e da viol\u00eancia no campo, os quilombolas buscavam uma novo territ\u00f3rio para construir sua comunidade. Dos tempos do desbravamento aos atuais, a hist\u00f3ria de luta por \u00e1gua e terra protagonizada pelos moradores do Quilombo Marques, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>O Mundo Preto tem Mais Vida<\/strong><br>Sabrina Duran \/ 2018 \/ 37\u2019 \/ livre<br>Quilombo de Santa Rosa dos Pretos \/ Itapecuru-Mirim \u2013 MA<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">A constru\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Caraj\u00e1s, da BR 135, atravessa violentamente a comunidade quilombola de Santa Rosa dos Pretos Itapecuru-Mirim, no Maranh\u00e3o. O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e a empresa Vale S.A. cometem severas viola\u00e7\u00f5es contra os quilombolas. Mas a vida preta de Santa Rosa ainda resiste, \u00e0 revelia do buraco branco que tudo devora sem se dar por satisfeito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>O Retorno de Luzia<\/strong><br>Coletivo Ficcionalizar \/ 2019 \/ 10\u2019 \/ livre<br>Quilombos Quixabeira e Feij\u00e3o \/ Mirandiba \u2013 PE<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Do centro da cidade de Mirandiba aos quilombos da Quixabeira e Feij\u00e3o, a paisagem sertaneja e o Baob\u00e1, \u00e1rvore ancestral de \u00c1frica, v\u00e3o abrigar a narrativa do retorno de Luzia ao quilombo, depois da dor e supera\u00e7\u00e3o do racismo vivido na cidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Olhar quilombola na comunidade ind\u00edgena<\/strong><br>dir. coletiva | 2018 | 5 min<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 2018 em parceria SESC Cultural Paraty\/RJ foi realizada a a\u00e7\u00e3o \u201cTrocando Olhares\u201d onde integrantes das comunidades cai\u00e7aras, ind\u00edgenas e quilombolas criaram seis curtas metragens que tratam das quest\u00f5es ligadas ao territ\u00f3rio. Essa \u00e9 a oportunidade de conferir esses di\u00e1logos cinematogr\u00e1ficos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote has-text-align-center\"><blockquote><p><strong>Olhar cai\u00e7ara na comunidade quilombola<\/strong><br>dir. coletiva | 2018 | 10 min<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 2018 em parceria SESC Cultural Paraty\/RJ foi realizada a a\u00e7\u00e3o \u201cTrocando Olhares\u201d onde integrantes das comunidades cai\u00e7aras, ind\u00edgenas e quilombolas criaram seis curtas metragens que tratam das quest\u00f5es ligadas ao territ\u00f3rio. Essa \u00e9 a oportunidade de conferir esses di\u00e1logos cinematogr\u00e1ficos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Olhos de Anast\u00e1cia: Conex\u00f5es Quilombolas<\/strong><br>Jhonatan Gomes e Vanessa Rodrigues \/ Document\u00e1rio \/ 24\u201945\u201d \/ Quilombo da Anast\u00e1cia &#8211; Viam\u00e3o &#8211; RS e Quilombo Manoel Barbosa &#8211; Gravata\u00ed &#8211; RS \/ 2021 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O document\u00e1rio acompanha quatro mulheres representantes das comunidades Quilombo da Anast\u00e1cia e Quilombo Manoel Barbosa. Elas falam sobre suas hist\u00f3rias e as hist\u00f3rias de suas antepassadas, ex-escravizadas que deram seu sangue para que as futuras gera\u00e7\u00f5es tivessem onde morar, mesmo com todas as adversidades impostas pela sociedade da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>P\u00e3o na Pedra<\/strong><br>Carmen Janaina Machado e Patr\u00edcia Pinheiro \/ Document\u00e1rio \/ 17\u201943\u201d \/ Comunidade Quilombola da Picada &#8211; S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul &#8211; RS \/ 2016 \/ Livre\u00a0<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Parte da agenda de pesquisas Saberes e Sabores da Col\u00f4nia, o v\u00eddeo descreve a elabora\u00e7\u00e3o do P\u00e3o na pedra na Comunidade Quilombola da Picada, em S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul, RS.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Pequeno Dicion\u00e1rio de Er\u00ea &#8211; Reflex\u00f5es de Luan Manzo<\/strong><br>Anderson Lima \/ Document\u00e1rio \/ 10\u2019 \/ Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango &#8211; Belo Horizonte &#8211; MG \/ 2023 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Pequeno dicion\u00e1rio de Er\u00ea \u00e9 um document\u00e1rio dirigido por Anderson Lima e estrelado por Luan Manzo, menino de 9 anos, que \u00e9 bisneto da matriarca Mametu Muiande do Kilombu Manzo N\u2019gunzo Kaiango, um dos mais reconhecidos pela cidade de Belo Horizonte (MG). Fundado em 1970 por um preto velho, pai Benedito, Manzo \u00e9 pal\u00e1cio de rei, governado por uma rainha. Ali germinam sementes e crian\u00e7as, em um processo educativo &#8211; a afrobetiza\u00e7\u00e3o &#8211; que afirma a organiza\u00e7\u00e3o, o coletivo, a ancestralidade e a circularidade do povo negro. As crian\u00e7as crescem sabendo-se respeitadas e, por isso, Luan percorre ali o espa\u00e7o sagrado, descrevendo-o com seguran\u00e7a, conhecimento, rigor e frescor infantil. No curta, Luan faz uma an\u00e1lise sem\u00e2ntica de palavras que rondam o mundo externo e o terreiro de Candombl\u00e9 que frequenta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Queimei Canavial, Punga \u00c9 Resist\u00eancia! <\/strong><br>Dayanne Santos, Maria Dalva Pires Belfort, Joercio Pires da Silva e Lu\u00eds Eduardo da\u00a0 Silva Costa \/ Document\u00e1rio \/ 16 &#8217;53 &#8221; \/ Territ\u00f3rio Quilombola Santa Rosa dos Pretos &#8211; Itapecuru-Mirim &#8211; MA \/ 2022 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Este ensaio busca mostrar a import\u00e2ncia do tambor de crioula como instrumento de resist\u00eancia no territ\u00f3rio quilombola Santa Rosa dos Pretos, localizado no munic\u00edpio de Itapecuru-Mirim, no estado do Maranh\u00e3o. As fotos foram tiradas em abril de 2021, e apresentam a produ\u00e7\u00e3o de uma liberdade cotidiana que vem da for\u00e7a e das conex\u00f5es estabelecidas com o tambor, que \u00e9 um guia\/ator importante da defesa do territ\u00f3rio e do corpo dos quilombolas. \u201cO tambor como heran\u00e7a dos pretos \u00e9 o alimento da alma, algo que sustenta o ser, pois at\u00e9 quem t\u00e1 doente quando escuta o som do tambor, se levanta e vai brincar\u201d, ele assume distintos significados, bem como ele \u00e9 usado pelos moradores como instrumento de luta em momentos de manifesta\u00e7\u00f5es e enfrentamentos postos pelo Estado e por grandes empreendimentos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Quilombelas<\/strong><br>Felipe Wenceslau \/ Document\u00e1rio \/ 17&#8217;25\u201d \/ Quilombo Tabuleiro da Vit\u00f3ria &#8211; Cachoeira &#8211; BA\u00a0 \/ 2020 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">As mulheres da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vit\u00f3ria, situado onde hoje se encontra o munic\u00edpio de Cachoeira, na Bahia, narram um pouco das suas viv\u00eancias, entremeadas pelas rezas, pelos cantos, dan\u00e7as, festas, pelo trabalho do cuidado com a comunidade, lutas pol\u00edticas e muita resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Quilombo Mata Cavalo<\/strong><br>Dire\u00e7\u00e3o: Jurandir Amaral \/ 2018 \/ 16\u2019 \/ livre<br>Quilombo Mata Cavalo \/ Nossa Senhora do Livramento \u2013 MT<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribu\u00eddos em seis comunidades resistem para preservar seus tra\u00e7os culturais, manter a integra\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e conquistar a regulariza\u00e7\u00e3o das terras herdadas de seus ancestrais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Quilombo Rio dos Macacos<\/strong><br>Josias Pires \/ Document\u00e1rio \/ 120&#8217;12\u2019\u2019 \/ Quilombo Rio dos Macacos &#8211; Sim\u00f5es Filho &#8211; BA \/ 2017 \/ 14 anos<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Quilombo Rio dos Macacos \u00e9 um filme document\u00e1rio de longa-metragem sobre comunidade quilombola e sua luta pela garantia da propriedade da terra, de uso tradicional, reivindicada pela Marinha do Brasil, localizada entre os munic\u00edpios de Salvador e Sim\u00f5es Filho. Al\u00e9m de denunciar graves viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos \u2013 direito de ir e vir e de acesso \u00e0 \u00e1gua, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, moradia e trabalho \u2013 o filme registra, inclusive com imagens produzidas no calor da hora pelos pr\u00f3prios quilombolas, conflitos e negocia\u00e7\u00f5es visando a solu\u00e7\u00e3o dos problemas; documenta aspectos culturais, simb\u00f3licos e caracter\u00edsticas do territ\u00f3rio, como paisagens e lugares; registra mem\u00f3rias individuais e coletivas, tra\u00e7ando amplo painel de car\u00e1ter pol\u00edtico, social, cultura, etnogr\u00e1fico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Ra\u00edzes que Contam<\/strong><br>Marta Silva \/ Filme-Ensaio \/ 6&#8217;44&#8221; \/ Cachoeira &#8211; BA \/\u00a0 2023 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>O filme ensaio trata-se de um questionamento social com foco principal na autoestima de pessoas pretas, al\u00e9m de entregar uma viv\u00eancia muito particular e afetiva, tamb\u00e9m contribu\u00ed de forma muito\u00a0positiva fazendo com que de alguma forma se sintam, se imaginem, se projetem na obra. \u00c9 tamb\u00e9m\u00a0um ato pol\u00edtico e de resist\u00eancia, propondo questionamentos internos, externos, o intuito \u00e9 levar\u00a0reflex\u00e3o e principalmente a cerca de ancestralidade, refor\u00e7ar o pertencimento para todos que se\u00a0sentirem contemplados pela obra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Rio de Mem\u00f3rias &#8211; Semente Cinematogr\u00e1fica<\/strong><br>Estudantes da EMEIF Lina Rodrigues do Nascimento com media\u00e7\u00e3o dos professores Ana B\u00e1rbara Ramos, Felipe Leal Barquete e Isa Paula Morais e da Semente Escola de Educa\u00e7\u00e3o Audiovisual \/ Document\u00e1rio \/ 14\u201910\u201d \/ Quilombo Gurugi-Ipiranga &#8211; Conde &#8211; PB \/ 2019 \/ Livre\u00a0<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">As crian\u00e7as do quilombo Gurugi-Ipiranga (Conde\/PB) te convidam para uma imers\u00e3o audiovisual nos rios e nas mem\u00f3rias da comunidade sobre um modo de vida integrado com a natureza. Esse curta foi realizado pela Semente em parceria com a EMEF Lina Rodrigues do Nascimento, localizada no quilombo Gurugi-Ipiranga (Conde\/PB), em um projeto interdisciplinar de educa\u00e7\u00e3o ambiental, e foi apoiado pelo Programa Mais Cultura nas Escolas e pela Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, Esportes e Cultura da Prefeitura Municipal de Conde\/PB.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Saberes Quilombolas: vou aprender a ler <\/strong><br><strong>pra ensinar pros meus camaradas<\/strong><br>Pl\u00ednio Gomes e Bruno Saphira \/ Document\u00e1rio \/ 90\u2019 \/ Comunidade Quilombola de Acupe de Santo Amaro, Comunidade Quilombola do Cambuta e Comunidade Quilombola de S\u00e3o Br\u00e1s &#8211; Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o &#8211; BA \/ 2021 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Um mergulho nas rela\u00e7\u00f5es entre o trabalho e as express\u00f5es culturais de tr\u00eas comunidades quilombolas da cidade de Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o &#8211; Bahia. Saberes ancestrais que d\u00e3o cor, sabor e ritmo a esses lugares de resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>S\u00e3o Jorge e seus Drag\u00f5es <\/strong><br> Sandro Jos\u00e9 da Silva \/ Document\u00e1rio \/ 41&#8217;10&#8221; \/ Quilombo de S\u00e3o Jorge &#8211; S\u00e3o Mateus &#8211; ES \/ 2011 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Contam no quilombo de S\u00e3o Jorge, situado no estado do Esp\u00edrito Santo, que a crueldade dos senhores escravistas os transformaram em drag\u00f5es. Este filme narra a hist\u00f3ria daqueles que resistem a esta crueldade. A pesquisa procurou compreender as categorias locais como a &#8220;resist\u00eancia&#8221; e as formas de intera\u00e7\u00e3o social do povo de S\u00e3o Jorge. O document\u00e1rio faz ainda uma leitura, a partir das mem\u00f3rias dos quilombolas, do Artigo 68 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal que define a propriedade definitiva das terras de quilombo. S\u00e3o Jorge e seus drag\u00f5es \u00e9 inspirado no \u201cProjeto Territ\u00f3rios Quilombolas \u2013 UFES\u201d realizado entre 2004 e 2007, editado e finalizado em 2011.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Senhoras do Dend\u00ea<\/strong><br>Auzerina Baptista e Jefferson Gon\u00e7alves Correia \/ 2019 \/ 38\u2019 \/ livre \/ Quilombo Sap\u00ea do Norte \/ S\u00e3o Mateus \u2013 ES<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">As Senhoras do Dend\u00ea ocupam tradicionalmente o territ\u00f3rio quilombola do Sap\u00ea do Norte (munic\u00edpios de S\u00e3o Mateus e Concei\u00e7\u00e3o da Barra-ES) h\u00e1 muitas gera\u00e7\u00f5es, mantendo e transmitindo diversos saberes e fazeres coletivos, tamb\u00e9m ocupam posi\u00e7\u00f5es de destaque em casas de candombl\u00e9 e umbanda no Sap\u00ea do Norte e na Grande Vit\u00f3ria. O filme registra um encontro dessas senhoras, suas trocas de saberes e de luta contra o exterm\u00ednio dos dendezeiros por uma grande empresa de celulose.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>\u00a0Sonhos de um negro<\/strong><br>Danilo Candombe | 2004 | 9&#8242;<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O filme se passa nos tempos de cativeiro, com a vida sofrida dos negros trabalhando aos olhos do Feitor. Um sonho cheio de alegria e uni\u00e3o. Um sonho de liberdade de um negro, que acorda com a dor de uma chibatada, mas que ainda assim espera sua liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>S\u00fassia<\/strong> <br>Lucr\u00e9cia Dias | 2018 | 17 min<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Ao som de caixas, pandeiros e bumbos, mulheres e homens de todas as idades cantam, tocam,batem palmas, dan\u00e7am, recriam as tradi\u00e7\u00f5es e recontam sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria na Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Tambor na Mata<\/strong><br>Dire\u00e7\u00e3o: Raimundo Jos\u00e9 da Silva Leite \/ Quilombo Rampa \/ Vargem Grande \u2013 MA \/ 2019 \/ 25\u2019 \/ livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Tambor na Mata \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural realizada todos os anos no Quilombo Rampa munic\u00edpio de Vargem Grande-MA, sempre no dia 31 de dezembro, crian\u00e7as, jovens, homens e mulheres do quilombo escolhem uma parte da mata onde v\u00e3o pela manh\u00e3 e voltam s\u00f3 a tarde pra casa, passam o dia inteiro cantando e dan\u00e7ando tambor na mata.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Tambu<\/strong><br>Leandro C\u00e9sar e Marco Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves \/ Document\u00e1rio \/ 30\u201918\u201d \/ Quilombo Mato do Ti\u00e7\u00e3o &#8211; Jaboticatubas &#8211; MG \/ 2022 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Tambu \u00e9 um filme documental sobre a constru\u00e7\u00e3o dos tambus, tambores sagrados do Candombe. O filme \u00e9 narrado a partir da voz e experi\u00eancia de Jo\u00e3o Marcolino, construtor dos instrumentos e guardi\u00e3o da festa de S\u00e3o Jo\u00e3o, principal festividade do Quilombo Mato do Ti\u00e7\u00e3o. Em meio \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias no interior de Minas Gerais, fica claro o quanto a presen\u00e7a africana est\u00e1 viva, acesa como brasa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Tesouro Quilombola<\/strong><br>Semente Escola de Educa\u00e7\u00e3o Audiovisual \/ Estudantes da EMEIF Jos\u00e9 Albino Pimentel com media\u00e7\u00e3o dos professores Ana B\u00e1rbara Ramos, Felipe Leal Barquete e Valdenise Pimentel e da Semente Escola de Educa\u00e7\u00e3o Audiovisual \/ Document\u00e1rio \/ 23\u2019 \/ Quilombo Gurugi-Ipiranga &#8211; Conde &#8211; PB \/ 2021 \/ Livre<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O document\u00e1rio Tesouro Quilombola foi produzido no contexto do projeto &#8220;O cinema e as palavras&#8221;, que desenvolvemos em 2019, na EMEIF Jos\u00e9 Albino Pimentel, no quilombo Gurugi-Ipiranga &#8211; Conde \/ PB, com o objetivo de contribuir com os processos de alfabetiza\u00e7\u00e3o e letramento nas s\u00e9ries iniciais do ensino fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento parcial de filmes realizados por quilombolas ou sobre quilombos, baseado nos filmes que j\u00e1 foram exibidos nas quatro edi\u00e7\u00f5es da Mostra Cinema dos Quilombos. A Viagem de Seu ArlindoSheila Alto\u00e9 \/ 2018 \/ 16\u2019 \/ livreQuilombo de Pedra Branca \/ Vargem Alta \u2013 ES Na comunidade Quilombola de Pedra Branca, nas montanhas capixabas, os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-405","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/405"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=405"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/405\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":407,"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/405\/revisions\/407"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cinemadosquilombos.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=405"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}